Imagine trabalhar em uma empresa onde você precisa alugar sua mesa de trabalho

Parece loucura ter que alugar sua própria mesa de trabalho, não é?

Não para uma empresa japonesa que tem desafiado o modelo tradicional de gerencimaneto de pessoas e produtividade.

Funcionários da Japan’s Disco Corpo pagam por quase absolutamente tudo.

De acordo com um relatório da Bloomberg, as cobranças vão desde o acesso à sala de conferências (que custa US$ 100/hora) até conselhos de colegas de trabalho (as taxas variam).

Mas o modelo de negócios ousado e bizarro funciona

Desde que a Disco (que fabrica equipamentos de produção para a indústria de semicondutores) lançou sua estratégia de gestão radical há 8 anos, o preço das suas ações aumentou 4x e suas margens de lucro cresceram de 16% para 26%.

Cada funcionário da empresa opera como uma startup autônoma, usando uma moeda interna chamada “Will” (Vontade em português) para alugar espaço para trabalhar, pagar colegas para rebecer conselhos ou ajuda em projetos.

O sistema cria um ambiente intenso de livre mercado que elimina tarefas redundantes.

Batendo de frente com o modelo queridinho do Vale do Silício

A Disco vai na direção contrária das gigantes de tecnologia americana como o Google, o Facebook e a Apple, que oferecem luxuosos benefícios grátis (aulas de Zumba, cerveja artesanal, sala de jogos e de soneca).

Mas o que Disco não oferece em regalias grátis compensa com bónus de desempenho: Um funcionário dedicado chega a ganhar o dobro da média nacional graças ao sistema de monitoramento de produtividade quase que obsessivo.

Mas nem tudo são flores

Mas a Disco já descobriu que seus sistemas não funcionam para todos: muitos engenheiros brilhantes supostamente deixaram a Disco devido à sua cultura de pressão e empresa americana Bridgewater, que tem tem aplicado um sistema de gestão parecido, viu 35% dos seus trainees durarem menos de 18 meses no caldeirão de medo e intimidação da empresa.

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